Objeto Descontínuio

Em Objeto Descontínuo Gustavo Sol usa um aparelho de eletroencefalografia (EEG) que capta variações elétricas do seu cérebro transformando-as em variações matemáticas. A partir delas, um computador reage aos seus fluxos de consciência e de afeto projetando sobre a cena luz, vídeos e sons. Essas mudanças audiovisuais inspiram e modificam novamente os estados de presença poética do performer. Através de diferentes tipos de ações performativas como a leitura de cartas, uma cena teatral, a contação de um sonho ou diferentes tipos de respirações, Gustavo Sol brinca com a memória e cria estados de presenças poéticas que são interpretados pelo EEG e organizadas narrativamente a partir de feedbacks entre ele e o computador.

Estreiou no Festival Solos da Cidade de São Paulo em 2013

Desmonte

 

O solo DESMONTE foi criado como resposta a uma experiência pessoal angustiante, quando o parceiro de Juliana Moraes (o codiretor do trabalho, Gustavo Sol) enfrentou uma doença grave.

Estreou em abril de 2015 no SESC Belenzinho – São Paulo/SP


 

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